História

 

Nossa História

O Museu Olívio Otto surge em 1957, quando ocorreu o falecimento de Antônio Carlos Otto (Negrão), filho de Olívio Otto, em um acidente de avião. Restou da aeronave Paulistinha uma ponta de asa, recolhida pelos familiares e guardada pelo pai, que juntamente com os demais pertences do filho, deu início à coleção particular. Essa coleção é composta por objetos representativos da história política, econômica, social e de ciências naturais da localidade e da região. Em 1972, a coleção, que já contava com cerca de 6 mil peças, passou a ser institucionalizada, ficando sob a responsabilidade da prefeitura de Carazinho com a denominação de Museu Regional do Planalto.

Em 1978, o museu teve sua denominação alterada para Museu Municipal Pedro Vargas, em homenagem ao fundador da cidade. Em 1991, Olívio Otto faleceu e seu trabalho foi ainda mais reconhecido quando, em 1995, por meio de um decreto municipal, o nome do museu foi alterado para Museu Regional Olívio Otto.

Museu Olivio Otto

O museu hoje

O século XXI inicia trazendo ações especializadas ao museu, que agora conta com mais de 20 mil peças em seu acervo. Em julho de 2007, é iniciado o Projeto de Gestão e Qualificação do Museu Olívio Otto, que inclui a transferência para um novo local e a profissionalização do espaço de acordo com as novas diretrizes museológicas e o Novo Estatuto dos Museus (Lei nº 11.904/09).

Em julho de 2008, o museu é reinaugurado em sua nova sede e, devido à sua temática centrada na história local, passa a ser denominado Museu Olívio Otto.

Atualmente, o museu está vinculado à Secretaria Municipal de Educação e Cultura por meio do Departamento de Cultura. Sua estrutura é composta por dois núcleos: o Núcleo de História e Cultura e o Núcleo de Ciências Naturais, além dos setores de Salvaguarda e Conservação do Acervo e de Extensão e Ação Educativa.